Tragédia horrível em Congonhas
Uma hiena devora o capitão Brandão Todos os anos, na primeira quinzena do mês de setembro, arde em festas a cidade de Congonhas. Cessa momentaneamente o ir e vir dos admiradores de Aleijadinho, e do Brasil inteiro chegam peregrinos a render homenagens ao Senhor Bom Jesus de Matosinhos. São os tradicionais festejos do Jubileu. Desde o momento em que Feliciano Mendes fincou a cruz no alto do morro do rio Maranhão, em princípio de 1757, fez a promessa e saiu peregrinando pelas mais longínquas paragens mineiras, revelando a graça alcançada com seu esmoler pendurado no pescoço angariando donativos para construir o que é hoje a monumental Basílica e as Capelas dos Passos de Cristo, o ir e vir dos peregrinos foi interrompido, presencialmente, apenas em três oportunidades: em 2009 diante da ameaça da "gripe suína", e em 2020 e 2021 pelo flagelo da Covid-19. Jubileu de 1899 - circo instalado nas imediações da atual Praça JK em Congonhas Nesses 244 anos de festejos dedicados ao Bom Jes...